• Pinto Machado

DELTA AIRLINES DEIXA GOL SOB PRESSÃO

O cerco está se fechando para a companhia aérea Gol, que está a menos de 15 dias de honrar um compromisso de US$ 300 milhões com a Delta Airlines. Com o caixa cada vez mais apertado, sem o dinheiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com os bancos privados fechando a torneira do crédito, as agências de risco Fitch e S&P já passaram o recado: a empresa precisará reestruturar seu passivo.

A classificação de risco da Gol foi para o patamar CCC, que aponta maior risco de calote. Isso não implica, entretanto, que um pedido de recuperação judicial seja iminente.

Esse caminho não é o mais óbvio, de acordo com especialistas, já que a lei brasileira de falências e recuperação judicial não permite que negociações com os credores mais relevantes – como as empresas que arrendam aeronaves e os bancos – ocorram sob a proteção judicial. Mas esse pode ser um desfecho, a partir da observação da experiência da rival Latam, que buscou proteção na Justiça norte-americana, onde a legislação é mais abrangente e ágil.


Fonte: EXAME





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