• Pinto Machado

EMPRESAS EM RECUPERAÇÃO: RISCOS E OPORTUNIDADES

Alta de 1.000% ou queda de 80%? Ações de companhias que pediram proteção na justiça atraem investidores pelo potencial de ganhos elevados

Exemplos de administração e favorecidas pelos efeitos colaterais da pandemia, como a alta do dólar e o boom do e-commerce, as empresas WEG (WEGE3) e Magazine Luiza (MGLU3) acumulam 100% de valorização na bolsa neste ano e são as ações que mais subiram do Ibovespa. Mas, ainda que tenham dado bons lucros a seus acionistas, nem de perto estão entre as maiores altas da bolsa: é uma lista liderada pelos papéis da RenauxView (TXRX3), da MMX (MMXM3) e da OSX (OSXB3). Em comum, essas três empresas têm o fato de terem iniciado o ano em processo de recuperação judicial.

Com alta de 1.049%, as ações da RenauxView teriam deixado milionário quemn se arriscasse a investir 100 mil reais na companhia no fim de 2019. Já o preço dos papéis da MMX e OSX se multiplicaram por sete no mesmo período.

Por outro lado, a mesma característica — recuperação judicial — é compartilhada entre três das quatro ações ordinárias que acumulam a maior queda do ano. São elas: Saraiva (SLED3), Sansuy (SNSY3) e Restoque (LLIS3), que acumulam respectivas depreciações de 81,7%, 73,45% e 70,59%.


Fonte: EXAME INVEST





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