• Pinto Machado

OI QUER AVAL DO CADE E ANATEL

A Oi (OIBR3), em junho de 2016, registrava o maior pedido de recuperação judicial já feito no país, com dívidas que chegavam a R$ 65,4 bilhões. Agora, para sair dessa proteção contra credores e colocar a Nova Oi de pé, a empresa precisa do sinal verde do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Cinco anos depois, a Oi tem uma dívida líquida de R$ 21,8 bilhões, com projeção de cair a R$ 14 bilhões em 2024. Mas nesse período, a receita também encolheu, de R$ 26 bilhões para R$ 18,8 bilhões; e o prejuízo aumentou, de R$ 8,2 bilhões para R$ 10,5 bilhões, no ano passado.

No segundo trimestre deste ano, a última linha do balanço mostrou uma recuperação, com lucro de R$ 1,1 bilhão.

Além disso, no mercado acionário os ativos da Oi também sofreram. Para se ter uma base, em outubro de 2016 as ações eram negociadas a R$ 2,57, já em outubro deste ano os papéis estão cotados a R$ 0,94.

O fim da recuperação judicial (RJ) foi adiado pela justiça, passando a previsão para 30 de março de 2022. Isso porque é fundamental concluir a venda dos ativos da Oi antes. A RJ é considerada uma medida extrema, que em muitos casos pode ser o último recursos para evitar falência da companhia.


Fonte: SUNO NOTÍCIAS





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